LOGOS & RHEMA

1 de setembro de 2019

Maná do céu ou novidades da terra?


   “E cessou o maná no dia seguinte, depois que comeram do trigo da terra, do ano antecedente, e os filhos de Israel não tiveram mais maná; porém, no mesmo ano comeram das novidades da terra de Canaã”; (Js 5.12). 

    Qual foi a necessidade, o porque de Deus providenciar esse tipo, essa qualidade de alimento totalmente novo e desconhecido para o povo de Israel? Por que Deus mandou o maná? Por causa da murmuração, o povo estava reclamando, murmurando! O povo estava com saudades do Egito. “E, partindo de Elim, toda a congregação dos filhos de Israel veio ao deserto de Sim, que está entre Elim e Sinai, aos quinze dias do mês segundo, depois que saíram da terra do Egito. E toda a congregação dos filhos de Israel murmurou contra Moisés e contra Arão no deserto. E os filhos de Israel disseram-lhes: Quem dera que nós morrêssemos por mão do Senhor na terra do Egito, quando estávamos sentados junto às panelas de carne, quando comíamos pão até fartar! Porque nos tendes tirado para este deserto, para matardes de fome a toda esta multidão”; (Êx 16. 1-3). Deus quando percebeu que o povo se levantou contra a liderança de Moisés e Arão. Ele mandou a resposta de imediato para Moisés. “Então, disse o Senhor a Moisés: Eis que vos farei chover pão dos céus, e o povo sairá, e colherá cada dia a porção para cada dia, para que eu veja se anda em minha lei ou não”; (Êx 16.4).   

Como é a aparência de Deus?


      “E logo fui arrebatado em espírito, e eis que um trono estava posto no céu, e um assentado sobre o trono. E o que estava assentado era, na aparência, semelhante à pedra jaspe e de sardônica; e o arco celeste estava ao redor do trono, e era semelhante à esmeralda”; (Ap 4.2,3). “E, por cima do firmamento, que estava por cima da sua cabeça, havia uma semelhança de trono como de uma safira; e, sobre a semelhança do trono, havia como que a semelhança de um homem, no alto, sobre ele. E vi como a cor de âmbar, como o aspecto do fogo pelo interior dele, desde a semelhança dos seus lombos e daí para cima; e, desde a semelhança  dos seus lombos e daí para baixo, vi como a semelhança de fogo, e um resplendor ao redor dele”; (Ez 1.26,27). 

    Conforme, de acordo com os textos bíblicos citados acima, você pode observar claramente que Deus não tinha uma forma definida e nem uma aparência definida. Deus era uma aparência sem definição. Tanto o profeta Ezequiel como o evangelista João sabiam que se tratava do Pai ser a semelhança do homem que estava assentado sobre o Trono quando inspirados pelo Espírito Santo, eles descreveram a visão do Pai. Mas observe que eles não descreveram a aparência de Deus de uma forma concreta, de uma forma absoluta. “E o que estava assentado era, na aparência, semelhante...”“havia como que a semelhança de um homem, no alto, sobre ele”

Levanta-te, e toma o teu leito, e anda?

   “E, alguns dias depois, entrou outra vez em Cafarnaum, e soube-se que estava em casa. E logo se ajuntaram tantos, que nem ainda nos lugares junto à porta eles cabiam; e anunciava-lhes a palavra. E vieram ter com ele, conduzindo um paralítico, trazido por quatro. E, não podendo aproximar-se dele, por causa da multidão, descobriram o telhado onde estava e, fazendo um buraco, baixaram o leito em que jazia o paralítico. E Jesus, vendo-lhes a fé, disse ao paralítico: Filho, perdoados estão os teus pecados. E estavam ali assentados alguns dos escribas, que arrazoavam em seus corações, dizendo: Por que diz este assim blasfêmias? Quem pode perdoar pecados, senão Deus? E Jesus, conhecendo logo em seu espírito que assim arrazoavam entre si, lhes disse: Por que arrazoais sobre estas coisas em vosso coração? Qual é mais fácil? Dizer ao paralítico: Estão perdoados os teus pecados, ou dizer-lhe: Levanta-te, e toma o teu leito, e anda? Ora, para que saibais que o Filho do homem tem na terra poder para perdoar pecados (disse ao paralítico), a ti te digo: Levanta-te, e toma o teu leito, e vai para tua casa. E levantou-se e, tomando logo o leito, saiu em presença de todos, de sorte que todos se admiraram e glorificaram a Deus, dizendo: Nunca tal vimos”; (Mc 2.1-12).

     A onde estava Jesus sempre tinha uma multidão! Pessoas simples e importantes de todos os níveis de educação e classes sociais. Todos queriam estar com Jesus, escutar a Palavra, ver os milagres. “E logo se ajuntaram tantos, que nem ainda nos lugares junto à porta eles cabiam; e anunciava-lhes a palavra”; (Mc 2.2). E Jesus ensinava a Palavra! Além dos escribas esta mesma passagem bíblica relatada pelo Dr. Lucas apresenta aos fariseus e os doutores da lei também presente.