LOGOS & RHEMA

1 de agosto de 2018

Maná do céu ou novidades da terra?


   “E cessou o maná no dia seguinte, depois que comeram do trigo da terra, do ano antecedente, e os filhos de Israel não tiveram mais maná; porém, no mesmo ano comeram das novidades da terra de Canaã”; (Js 5.12). 

    Qual foi a necessidade, o porque de Deus providenciar esse tipo, essa qualidade de alimento totalmente novo e desconhecido para o povo de Israel? Por que Deus mandou o maná? Por causa da murmuração, o povo estava reclamando, murmurando! O povo estava com saudades do Egito. “E, partindo de Elim, toda a congregação dos filhos de Israel veio ao deserto de Sim, que está entre Elim e Sinai, aos quinze dias do mês segundo, depois que saíram da terra do Egito. E toda a congregação dos filhos de Israel murmurou contra Moisés e contra Arão no deserto. E os filhos de Israel disseram-lhes: Quem dera que nós morrêssemos por mão do Senhor na terra do Egito, quando estávamos sentados junto às panelas de carne, quando comíamos pão até fartar! Porque nos tendes tirado para este deserto, para matardes de fome a toda esta multidão”; (Êx 16. 1-3). 

     Deus quando percebeu que o povo se levantou contra a liderança de Moisés e Arão. Ele mandou a resposta de imediato para Moisés!  “Então, disse o Senhor a Moisés: Eis que vos farei chover pão dos céus, e o povo sairá, e colherá cada dia a porção para cada dia, para que eu veja se anda em minha lei ou não”; (Êx 16.4). O que significa maná? O vocábulo “maná” em hebraico. Significa: O que é isto? Apesar de alguns cristãos (inclusive pastores) dizerem como uma forma ilustrativa de expressão. O significado na realidade não tem relacionamento nenhum com “pão dos anjos”. A palavra “Maná” surgiu exatamente da pergunta que fizeram os israelitas, quando o viram pela primeira vez disseram: O que é isto? Esta frase, em hebraico, é “Man Acha”, ou “Man Hu”. 

1 de julho de 2018

Como é a aparência de Deus?


      “E logo fui arrebatado em espírito, e eis que um trono estava posto no céu, e um assentado sobre o trono. E o que estava assentado era, na aparência, semelhante à pedra jaspe e de sardônica; e o arco celeste estava ao redor do trono, e era semelhante à esmeralda”; (Ap 4.2,3). “E, por cima do firmamento, que estava por cima da sua cabeça, havia uma semelhança de trono como de uma safira; e, sobre a semelhança do trono, havia como que a semelhança de um homem, no alto, sobre ele. E vi como a cor de âmbar, como o aspecto do fogo pelo interior dele, desde a semelhança dos seus lombos e daí para cima; e, desde a semelhança  dos seus lombos e daí para baixo, vi como a semelhança de fogo, e um resplendor ao redor dele”; (Ez 1.26,27). 

    Conforme, de acordo com os textos bíblicos citados acima, você pode observar claramente que Deus não tinha uma forma definida e nem uma aparência definida. Deus era uma aparência sem definição. Tanto o profeta Ezequiel como o evangelista João sabiam que se tratava da Pessoa do Pai ser a semelhança do homem que estava assentado sobre o Trono quando inspirados pelo Espírito Santo, eles descreveram a visão do Pai. Mas observe que eles não descreveram a aparência de Deus de uma forma concreta, de uma forma absoluta. “E o que estava assentado era, na aparência, semelhante...”; “havia como que a semelhança de um homem, no alto, sobre ele...”. Na realidade Deus não tinha um corpo para expressar a Sua essência. 

      Deus era invisível (no sentido de nunca ter sido visto, sido revelado nitidamente, plenamente) antes da encarnação de Jesus. “Deus nunca foi visto por alguém. O Filho unigênito, que está no seio do Pai, esse o revelou”; (Jo 1.18). O Senhor Jesus Cristo, a 2ª Pessoa da Divindade ao encarnar-se deu uma forma corpórea física e nitida para a Divindade. Através do corpo de Cristo toda a Divindade passou a habitar nesse corpo; “Que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus”; (Fp 2.6).  O corpo físico do Filho por causa de sua Teantropia; "encarnação" tem dentro Dele toda a Essência da Divindade; “Porque nele habita corporalmente toda a plenitude da Divindade”; (Cl 2.9). Nós os cristãos como Igreja somos o Corpo Místico da Divindade.